Design8 min de leitura

Identidade visual para marcas moçambicanas

Porque copiar tendências globais raramente funciona no nosso mercado.

Identidade visual para marcas moçambicanas

As marcas moçambicanas que mais crescem hoje têm uma coisa em comum: não parecem clones de marcas de Lisboa ou de Joanesburgo. Falam a sua própria língua visual.

Trabalhar identidade aqui exige investigação. Que capulanas usa a avó do cliente? Que música ouve o público-alvo no chapa? Qual é a paleta do bairro?

Um bom logotipo em Maputo não é o mais minimalista — é o mais reconhecível ao sol das 14h, num cartaz mal impresso, visto de longe.

Neste artigo abro processos reais: OAC, LUMMA, Helping Hands. Três abordagens diferentes, uma mesma pergunta: como é que isto vive na rua?

Continuar a ler