Identidade visual para marcas moçambicanas
Porque copiar tendências globais raramente funciona no nosso mercado.

As marcas moçambicanas que mais crescem hoje têm uma coisa em comum: não parecem clones de marcas de Lisboa ou de Joanesburgo. Falam a sua própria língua visual.
Trabalhar identidade aqui exige investigação. Que capulanas usa a avó do cliente? Que música ouve o público-alvo no chapa? Qual é a paleta do bairro?
Um bom logotipo em Maputo não é o mais minimalista — é o mais reconhecível ao sol das 14h, num cartaz mal impresso, visto de longe.
Neste artigo abro processos reais: OAC, LUMMA, Helping Hands. Três abordagens diferentes, uma mesma pergunta: como é que isto vive na rua?


